O Senado Federal aprovou a regulamentação da guarda compartilhada de animais de estimação em casos de separação, marcando mais um passo no reconhecimento dos pets como parte integrante das famílias brasileiras. O projeto de lei agora segue para sanção presidencial.
A proposta estabelece diretrizes para definir com quem o animal ficará após o fim de um relacionamento, algo que, até então, vinha sendo decidido caso a caso pela Justiça, sem uma regra específica. Com a nova regulamentação, a guarda poderá ser compartilhada sempre que houver acordo entre os tutores.
Na prática, isso significa que o pet poderá conviver com ambos, com divisão de tempo e responsabilidades. Quando não houver consenso, caberá ao juiz determinar a guarda, levando em conta critérios como o bem-estar do animal, a rotina de cada tutor e a capacidade de oferecer cuidados adequados.
O texto também trata da divisão de despesas. Custos do dia a dia, como alimentação e higiene, ficam sob responsabilidade de quem estiver com o animal no período. Já gastos mais complexos, como atendimento veterinário, medicamentos e tratamentos, devem ser compartilhados entre as partes.
Outro ponto importante é a proteção do animal em situações de risco. A guarda compartilhada não será aplicada em casos que envolvam violência doméstica ou maus-tratos. Nessas circunstâncias, o pet ficará sob responsabilidade exclusiva de um dos tutores, priorizando sua segurança e qualidade de vida.
A aprovação do projeto reflete uma mudança cultural já perceptível na sociedade. Cada vez mais, cães e gatos deixam de ser vistos como propriedade e passam a ocupar um espaço afetivo semelhante ao de membros da família. Esse novo entendimento acaba por acompanhar uma tendência em processos cíveis, que é o aumento de disputas judiciais envolvendo a guarda de animais após separações.
Ao criar regras mais claras, a proposta busca reduzir conflitos e oferecer maior segurança jurídica, ao mesmo tempo em que coloca o bem-estar do animal no centro das decisões — um avanço importante em um país onde a relação entre humanos e pets se torna cada vez mais próxima.
Petlove intensifica ações de ESG e se torna referência dentro do setor pet
A Petlove investe R$ 22 milhões em iniciativas de ESG e conquista a certificação B Corp. A estratégia envolve ações ambientais, sociais e de governança para ampliar impacto positivo e consolidar a empresa como referência sustentável no setor pet brasileiro.
Mercado pet dispara em São Paulo e gera empregos três vezes acima da média da economia
O mercado pet em São Paulo registrou alta de 55,2% no emprego formal entre 2020 e 2026, crescimento três vezes superior à média da economia. O avanço reflete mudanças no consumo, maior adoção de pets e expansão de serviços especializados.
70% dos filhotes de gatos e cães no Brasil consomem alimentos para pets adultos
Dados apontam que 70% dos filhotes de cães e gatos consomem alimento para adultos no Brasil. A ROYAL CANIN® alerta para a importância da nutrição adequada nos primeiros meses de vida para garantir crescimento saudável e prevenir problemas futuros.
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página: