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Social Commerce: como o mercado pet pode se aproveitar desta nova tendência para vender mais e criar comunidades online

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Escrito por Caroline Pasternack

13 MAI 2026 - 09H00

O comportamento do consumidor mudou e o mercado pet tem acompanhado esse movimento de perto. Hoje, a jornada de compra dos tutores passa naturalmente pelo digital: eles pesquisam produtos nas redes sociais, acompanham creators especializados, pedem recomendações em grupos, assistem vídeos curtos sobre cuidados com os animais e descobrem novas marcas diretamente no feed.

Nesse cenário, o social commerce surge como uma oportunidade para pet shops, clínicas, marcas e empreendedores do setor ampliarem relacionamento, visibilidade e vendas. O conceito envolve transformar redes sociais, aplicativos de mensagem e plataformas digitais em canais ativos de conexão e venda com o consumidor.

Para explorar essa vertente, o mercado pet possui uma característica particular: as decisões de compra costumam ser altamente influenciadas por confiança e recomendação. O tutor quer orientação, troca de experiência e segurança antes de escolher produtos e serviços para o animal.

Por isso, conteúdos educativos, demonstrações de produtos, recomendações personalizadas e atendimento próximo têm ganhado espaço nas estratégias digitais das empresas do setor. Na prática, o social commerce permite que os negócios estejam presentes justamente nos ambientes onde os consumidores já passam boa parte do tempo. Hoje, é comum que o consumidor:

● descubra um produto no Instagram ou TikTok;

● tire dúvidas pelo WhatsApp;

● finalize a compra online;

● escolha receber em casa ou retirar na loja física;

● continue acompanhando conteúdos e novidades da marca nas redes.

Essa integração entre canais cria uma jornada mais fluida e fortalece o relacionamento com o cliente.

Oportunidade para negócios de diferentes tamanhos

Com o social commerce, pequenos e médios pet shops conseguem desenvolver presença digital de forma mais acessível, utilizando ferramentas já incorporadas ao cotidiano do consumidor como, catálogos no WhatsApp, links de pagamento, vídeos curtos, transmissões ao vivo e programas de fidelidade digitais são alguns exemplos de recursos que ajudam a aproximar marcas e clientes.

Além disso, o varejo pet possui uma vantagem competitiva importante no ambiente digital: a capacidade de gerar conteúdo espontâneo e engajamento orgânico. Histórias de pets, bastidores de banho e tosa, dicas de cuidados e orientações práticas costumam gerar identificação imediata com o público.

Recorrência favorece estratégias digitais

O consumo recorrente também contribui para o avanço do social commerce no segmento. Produtos como ração, petiscos, areia, tapetes higiênicos e itens de higiene fazem parte da rotina dos tutores e criam oportunidades contínuas de recompra.

Esse avanço do social commerce também reforça que a compra está cada vez mais ligada à experiência e à identificação com as marcas. Especialmente no mercado pet, isso acontece de forma ainda mais intensa. Os tutores valorizam empresas que compartilham informações úteis, demonstram cuidado genuíno com os animais e criam senso de comunidade.

Vídeos educativos, participação de especialistas, creators pet, conteúdos de rotina e interação direta com os consumidores ajudam a fortalecer autoridade e relevância no ambiente digital.

Ou seja, o potencial das ferramentas de social commerce é imenso e a facilidade para utilizá-las é cada vez maior, já que empresas estão olhando para o desenvolvimento dessa plataforma e como ela pode contribuir para a atração de novos lojistas. Vale aproveitar o momento.

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Por Caroline Pasternack, em Notícias

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